Banco do Brasil amplia licença-paternidade para até 35 dias no país
A medida integra o Acordo Coletivo de Trabalho 2026/2028 e visa fomentar a participação dos pais nos cuidados com os recém-nascidos.
Os funcionários do Banco do Brasil agora contam com uma ampliação no período de licença-paternidade, que pode chegar a 35 dias. A nova regra, estabelecida durante a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028, supera o prazo de cinco dias garantido pela legislação vigente no país.
O benefício é composto por uma base de 20 dias de afastamento automático. Para obter os 15 dias adicionais, o bancário deve realizar e comprovar a conclusão de um curso de paternidade responsável, iniciativa voltada a preparar os pais para as demandas do cuidado com o recém-nascido.
Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, a conquista busca promover uma divisão mais equânime das tarefas domésticas e de cuidado com os filhos. A representante destaca que o treinamento é fundamental para que os homens assumam responsabilidades que, historicamente, recaíam majoritariamente sobre as mulheres.
O curso de capacitação é oferecido pelo Centro de Formação Profissional 28 de Agosto e está disponível em formato online para bancários e financiários de todo o território nacional. Filiados aos sindicatos da base da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) possuem desconto na taxa de inscrição para a formação.